quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lógica de mercado

Boas Tarde, Digníssimos Amigos


Apenas repassando, mas é mais um motivo para ficar de olhos bem
abertos quem só se informa pelas globos, bands, sbts, redes tvs da
vida e revistas vejas.
Daqui a pouco vamos ficar com peninha dos pobres coitados dos banqueiros...
Wagner


O William Bonner e o "Bill" Waack vão ter que se desdobrar para
agradar os patrocinadores do "Jornal Nacional" (o Bradesco) e do
"Jornal da Globo" (Itaú).

Na semana passada, no "Jornal da Globo", patrocinado pelo banco Itaú,
Willian Waack fez quase um editorial contra a pressão da presidenta
Dilma para baixar os juros bancários, dizendo ser a opinião de um
banqueiro mantido no anonimato. O argumento do lobista foi dizer que
os juros são altos pela "lógica de mercado" relacionada à dívida
pública.

Mas afinal que lógica é essa e que "mercado" é esse?

No Brasil existe uma coisa que chamam de "mercado", que vem definindo
os juros da dívida pública que o governo tem que pagar.

"Mercado" no capitalismo clássico, é o conjunto de encontros de quem
quer comprar com quem quer vender (idealmente ao acaso), de acordo com
a lei da oferta e da procura.

Mas no caso da dívida brasileira, "mercado" é algo como uma dúzia dos
maiores banqueiros privados que resolvem combinar a taxa de juros que
aceitam receber para aplicar o dinheiro que controlam na dívida
pública do governo.

A grosso modo, a coisa funciona assim:

O Brasil precisa rolar sua dívida, emitindo títulos novos, para cobrir
títulos que estão vencendo, pelo menos em parte, senão teria que ir
liquidando a dívida toda e não sobraria dinheiro para mais nada, nem
para pagar salários, nem aposentadorias, nem para o SUS, nem para o
PAC. Enfim, o Brasil pararia.

O Banco Central e o Tesouro Nacional oferecem os títulos com uma
determinada taxa, em leilão público, equivalente a uma licitação.

Se a taxa for considerada baixa pelo "mercado" (o cartel dos
banqueiros), o leilão fracassa. Daí o Banco Central e o Tesouro
Nacional precisam oferecer taxas que o "mercado" exige.

Quem compram estes títulos são os bancos, com o dinheiro que eles
controlam, seja dos clientes que está aplicado em fundos de renda
fixa, seja o dinheiro dos planos de aposentadoria complementar, seja
de rentistas milionários, seja de fundos e investidores estrangeiros
que trazem dinheiro para o Brasil em sofisticadas operações
financeiras.

Se banco fosse empreiteira, esse chamado "mercado" que compra títulos
em leilão, poderia ser confundido com formação de cartel para combinar
licitação superfaturada.

O dinheiro dos fundos de renda fixa e de planos de aposentadoria
complementar oferecidos pelos bancos é em grande parte aplicação de
brasileiros de classe média.

Quando a maior massa deste dinheiro que rola a dívida fica na mão dos
bancos privados, são eles que dão as cartas nos leilões, impondo as
taxas de juros.

A solução vem com mais brasileiros transferindo suas contas bancárias
para a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

Quanto mais dinheiro de fundos de renda fixa, ou aposentaria
complementar, estiver nos bancos públicos, mais eles poderão
participar dos leilões do Banco Central e do Tesouro, comprando
títulos com juros menores, mais fiel à realidade de mercado mundial e
não à imposição do cartel de banqueiros.

Por isso que é importante todos os brasileiros que sejam progressistas
e nacionalistas, transferirem suas contas bancárias, suas poupanças,
seus financiamentos, seus investimentos em fundos e aposentadoria
complementar para bancos públicos, mesmo nos casos de pessoas que tem
investimentos e não dívidas.

Alguém poderá perguntar: qual a vantagem para quem tem dinheiro
aplicado se o objetivo final será reduzir a remuneração da aplicação?

A vantagem é ganhar na outra ponta. A maioria das pessoas de classe
média, tem dinheiro aplicado para comprar um bem durável, um imóvel,
dar entrada em algum negócio, ou como reserva para emergências. Quando
os juros caem, a aquisição destes bens também torna-se mais barata,
mais acessível, porque o custo financeiro embutido no preço dos
produtos e dos empreendimentos também cai.

Se a aplicação rende menos, com o dinheiro que estará lá se conseguirá
comprar mais.

Além disso, com juros menores para rolar a dívida, abre espaço no
orçamento público para investimentos e aumento nos salários e
aposentadorias, fazendo a roda da economia girar, gerando um ciclo de
prosperidade para todos.

A não ser banqueiros e grandes rentistas que vivem de intermediar
capitais, não há razão para se apegar a juros altos no Brasil, pois
são tão enganosos como era a alta rentabilidade da poupança na época
da hiperinflação. Zé Augusto.

Terça-feira, 8 de maio de 2012

Postado por Pedro R. Lima, professor

Comentários:
- A mídia venal brasileira só defende o interesse econômico, só
defende os donos do capital. Engana a população reportando com
interesse somente o cotidiano de roubos, assaltos, doentes em filas
dos hospitais, trânsito violento, etc., mas nas grandes questões
sociais de interesse dos trabalhadores trai o país e os brasileiros,
para defender somente o interesse do grande capital nacional e
estrangeiro (leiam-se bancos e demais empresas nacionais e
estrangeiras). O povo trabalhador assalariado e o país que se danem!

- Trabalhador não financia nada na mídia venal brasileira, não
patrocina programas, não paga comerciais nas TVs, rádios, jornais e
revistas. Trabalhador não engorda diretamente a conta corrente
bancária dos donos e diretores de TVs, rádios, jornais e revistas,
também não engorda diretamente a conta corrente de jornalistas,
colunistas ou radialistas, portanto, não espere nada nobre por parte
deles para te defender!

- Porque só a TV Record esta denunciando a bandidagem da revista Veja?
É ultrajante a proteção da grande mídia venal, representada pela rede
Globo, Band, SBT, rádio CBN, jornais A Folha de São Paulo, Estadão e O
Globo, tentando "abafar" os crimes da revista Veja na CPI do bicheiro
Carlinhos Cachoeira, senador Demóstenes Torres do DEM e a Delta
construção.

A revista Veja esta envolvida até o talo como cúmplice do crime
político organizado - o povo quer a verdade e o vazamento das 200
ligações do diretor da Veja, Policarpo Júnior, com o bicheiro
criminoso.

Com exceção da TV Record, até o momento os demais canais de TV não
falaram nada do envolvimento da revista Veja, todo mundo quietinho e
na moita para proteger os jornalistas bandidos. Fica a confirmação que
jornalistas bandidos formam uma grande sociedade criminosa no Brasil,
e ninguém delata ninguém – é a lei do silêncio da máfia midiática.

sábado, 5 de maio de 2012

Mês de abril +4056 = 57932,9 !!!

Terminado o mês de abril e mais um mês no vermelho o Bovespa caiu 4,17 no período contra 3,92 da minha carteira, infelizmente nada mais natural devido minha carteira ter forte influência da Petrobrás e  Banco do Brasil.
            No período vendi 700 ações da LLX e comprei 100 ações do BB
            Comprei 140 ações da Eletropaulo por 28,9. Acredito no potencial da empresa no                 longo prazo pelo menos 10 anos.


Aprendizados do mês:


      Nunca investir em empresas pré-operacionais.
     * Nunca especular


*Comprei 1000 ações do banestes esperando o Split, mas o mesmo já demora 3 meses e pode demorar mais 3 meses para ser concretizado, nessa jogada estou levando um prejuizo de mais de 1000 reais acredito que se o split ocorrer como os outros devo tirar um pequeno lucro.


        Esse mês gostaria de mostrar sobre a totalidades de meus investimentos no caso minhas previdências + ações: 
Apenas a titulo de curiosidade

segue agora minha tabela com sistema de cotas





quarta-feira, 25 de abril de 2012

Eletropaulo

02.04.12      
      Tenho acompanhado o Bovespa e acredito que não existe grandes oportunidades no momento para o mês de abril tentarei adquiri ações da ELETROPAULO após a mesma fica ex-dividendos.
      Observei no gráfico que toda vez que ação “paga” seus dividendos tem uma queda acentuada em sua cotação acredito que a mesma deva chegar próximo a seta preta. Em torno de 32 reais, outro agravante e a redução tarifaria que ocorrera em julho reduzindo o lucro da empresa. 
      Mesmo tendo essa redução tarifaria acredito numa valorização acima da média além de um dividendo que acredito ficar na casa dos 9% ao ano.



25.04.12
     Devido ao reajuste tarifário as ações caíram muito abaixo do esperando chegando a 27,5, pena que não tinha dinheiro na época, mas mesmo assim conseguir adquiri 140 ações com o preço de 28,9.




Alteração no Blog

Ainda não sei usar as ferramentas do blog por isso venho alterando constantemente a pagina acredito que esta bem melhor que antes rsrsrs. Outras características que tenho tentado desenvolver e o registro de minhas operações numa especie de diário, onde anoto meus sentimentos e espectativas referente as ações acredito que sera de grande valia para meu desenvolvimento como investidor e estarei compartilhando com os demais sobre minhas operações para serem questionadas criticadas e muito mais... 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Na verdade a dívida não é problema , o caixa tá cheio.

Achei essa reportagem interessante 


Caixa robusto será mantido a despeito da queda do juro
Francisco Schmitt, diretor da Grendene: "É preciso analisar se a queda da Selic faz alguma diferença para estimular a economia no médio e longo prazo"
Os mais de R$ 280 bilhões que as principais empresas de capital aberto do Brasil têm em caixa devem render bem menos neste ano, por conta da redução da taxa básica de juros Selic, que começou em agosto e foi acentuada na semana passada. Se o juro médio ao longo de 2011 foi de 11,6%, neste ano deve ficar perto de 9,4%, segundo Boletim Focus do Banco Central. Em termos de rentabilidade, a queda é de quase 20%.
Considerando um saldo médio de caixa estável em R$ 280 bilhões ao longo do ano, são cerca de R$ 6 bilhões a menos para as empresas em rendimento com as aplicações financeiras. Os dados sobre posição de caixa e aplicações são da Economática e se referem a 229 companhias de capital aberto, com patrimônio líquido acima de R$ 150 milhões.
A diferença de R$ 6 bilhões, no entanto, ainda não parece ser suficiente para estimular as companhias locais a reduzir a posição de liquidez, conforme executivos ouvidos pelo Valor. Nem mesmo entre aquelas que possuem mais dinheiro em caixa do que dívida e em que o resultado financeiro tem peso relevante no lucro.
Um motivo para isso é o receio com o cenário externo, que ainda provoca cautela. O custo de manter dinheiro disponível mesmo com rentabilidade menor seria equivalente ao de um seguro para o clima de incerteza.
Pesa ainda a dúvida sobre quão estrutural é o movimento de baixa dos juros, já que as previsões de mercado sugerem que a Selic voltará a subir em 2013, ou mesmo no fim deste ano.
Existe ainda o entendimento de que, embora os juros estejam em queda, uma taxa próxima de 9% ainda é bastante alta, principalmente em comparação com a de outros países.
Se houvesse confiança total de que a Selic baixa veio para ficar - e se a demanda de mercado já desse sinais mais claros de forte retomada -, isso poderia estimular novos investimentos.
Mas a percepção é que o movimento de baixa dos juros até agora não basta para as empresas mudarem os planos. Os investimentos já anunciados estão mantidos, é claro. Por exemplo, a Petrobras, dona da maior posição de caixa total no Brasil, com R$ 52 bilhões disponíveis, manterá a meta de investimento já anunciada de R$ 87,5 bilhões para o ano.
Mas a ação do Banco Central ainda não leva a uma retirada de projetos da gaveta. Os empresários estão como São Tomé e preferem esperar para ver o resultado do afrouxamento monetário no consumo antes de esvaziar os cofres.
"É preciso analisar se a queda da Selic faz alguma diferença para estimular a economia no médio e longo prazo. A indústria não se move porque o juro cai um ponto. Esse é o horizonte do mercado financeiro", diz Francisco Schmitt, diretor de relações com investidores da fabricante de calçados Grendene, que tinha caixa líquido de R$ 804 milhões em dezembro.
Ele lembra que a empresa tem capacidade de produzir 200 milhões de pares por ano, mas só fabricou 150 milhões em 2011, o que significa que, por ora, ela pode crescer sem investir.
A BM&FBovespa, que possuía R$ 1,1 bilhão em caixa líquido ao fim de 2011, também não pretende mudar os planos por causa da queda dos juros. "Nosso programa de investimento de R$ 1 bilhão em quatro anos, entre 2010 e 2013, já está definido. Não vai ser afetado por variações de curto prazo na taxa Selic. Nem para baixo nem para cima", diz Eduardo Refinetti Guardia, diretor-executivo corporativo, financeiro e de relações com investidores da bolsa.
Ele reconhece que a Selic menor reduzirá o resultado financeiro, que foi positivo em R$ 280 milhões em 2011, diante do lucro líquido de R$ 1,05 bilhão da bolsa no período. "Mas para o país é bom que caia. Vai ter mais crescimento e todos se beneficiam com isso."
No Brasil, o saldo em caixa representa 11% do total de ativos das empresas de capital aberto, bem acima do índice visto nos Estados Unidos, por exemplo, que está próximo de 6% agora e é o mais alto em seis décadas. O assunto foi tema do post "A política de retenção de caixa e a teoria sobre dividendos", de 6 de fevereiro, do blog "O Estrategista", do Portal Valor.
Na teoria, quanto menor a taxa de juros das aplicações financeiras, menor a parcela de dinheiro em caixa. Isso porque, também na teoria, os acionistas aportam dinheiro em uma empresa para que ela produza e dê retorno superior ao que eles teriam se deixassem o dinheiro no banco - e pagando imposto menor.
Assim, as empresas deveriam usar o excesso de caixa para aplicar no próprio negócio ou devolvê-lo aos acionistas por meio de dividendos, recompra de ações ou redução do capital.
Quando a remuneração da aplicação financeira é elevada, a pressão dos acionistas para que a empresa se decida sobre o que fazer com o dinheiro disponível não é tão grande. Mas quando os juros bancários começam a cair a questão fica latente.
Uma taxa de juros menor também teria o condão de tornar mais projetos atrativos para os empresários. A explicação é simples. Quando decide se vai construir uma fábrica nova ou adquirir uma concorrente, a empresa faz contas para saber se o retorno daquela decisão de investimento vai superar seu custo de capital, que de alguma forma sempre está ligado à taxa básica de juros do país em que está localizada.
Quando menor a Selic, maior o número de projetos de investimento que passa a ter retorno superior ao custo de capital. Para isso, no entanto, "é preciso que os empresários confiem que o juro ficará menor de forma sustentada no longo prazo", lembra o diretor da Grendene.
Entre as companhias abertas do país, a Ambev é a empresa que possui a maior posição líquida de caixa, ou seja, é a líder entre aquelas que têm mais dinheiro disponível do que dívida a pagar.
São R$ 8,2 bilhões em aplicações financeiras, em comparação a uma dívida bruta de R$ 4,1 bilhões. O saldo de caixa líquido, portanto, também é de R$ 4,1 bilhões.
Do total disponível, R$ 5 bilhões já têm destino certo. Metade vai para o pagamento de dividendos aos acionistas agora em abril e os outros R$ 2,5 bilhões devem ser usados em investimento para ampliação de fábricas e armazéns e em informática, segundo Nelson Jamel, vice-presidente financeiro e de relação com investidores da Ambev.
Mesmo com esses gastos, o endividamento da companhia ainda ficará bastante reduzido. Segundo Jamel, a empresa pretende manter "um pouquinho mais esse colchão de liquidez, dadas as incertezas do mercado". (Colaborou Daniele Madureira)
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domingo, 1 de abril de 2012

Atualização mês de março + 4141,00 = 56242,5



           O mês de março foi um mês triste para os investimentos no Bovespa e consequentemente pra min tive um rendimento negativo de -2,56 % em minha carteira, mas devido ao aporte de R$ 4144,00 acabei o mês um pouco mais rico que no mês passado agora conto com R$ 56242,5 em minha conta.
        


   Gostaria de falar mais sobre o aporte feito esse mês comprei 100 ações da VALE devido seus incríveis fundamentos espero ter um retorno no longo prazo acredito muito no potencial na empresa.  
 


Mesmo tendo um investimento negativo no mês tenho lucro desde o inicio dos investimentos em outubro.
No meu calculo não considero os dividendos ja que os mesmos estão sendo investidos integralmente
                              Gostaria de compartilhar minha carteira. 

sábado, 31 de março de 2012

Plano de investimento


Objetivo: Me tornar independente financeiramente aos 30 anos
Plano: Acumular capital através de investimento de renda variável (ações), fundos imobiliários  (FII’s) e tesouro direto.

      Definindo a porcentagem de investimentos.
        Hoje possuo 23 anos por isso inicialmente me darei ao luxo de investir   100% em renda variável, mas a medida que o capital for aumentado estarei equilibrando minha carteira  em 50 % ações e 50 % em renda fixa.
Rentabilidade: No meu plano de investimentos estimei uma rentabilidade bruta de 1,5% ao mês. Isso deve dar algo aproximado de 18% ao ano, estimando uma inflação de 6 % ao ano, rendimento real em torno de 12% ao ano.
Obs. Nessa rentabilidade estarei considerando o aumento dos aportes devido ao meu aumento de renda e pagamento de dividendos que serão repassados integralmente.
Valor: De forma a não comprometer meu orçamento estarei guardando inicialmente 2000,00 mensais. Saliento que pretendo aumentar esses aportes em 6% ao ano para acompanhar a inflação.
Tempo: Inicialmente pretendo juntar durante 7  anos.  não pretendo estipular uma quantia, mas acredito que no fim desse período devo ter um  valor de aproximadamente 1 milhão de reais (valor presente).
Despesa mensal: O objetivo desse acumulo de capital e para que nesse período estipulado eu deixe a vida de trabalhador off-shore ( famoso embarcado) sem perder o padrão de vida adquirido. Pretendo ser pai aos 30 anos por isso gostaria de estar presente no crescimento das crianças.